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A TALENTVEST foi criada pelo Prof. Herman Jankovitz, ex-Diretor da Fundação Cesgranrio por 20 anos, Coordenador de Concursos da Fundação Getulio Vargas durante cerca de 10 anos e Diretor da ACCESS-Seleção por 20 anos.

A TALENTVEST congrega toda a experiência e a credibilidade adquiridas nas atuações anteriores em mais de 500 Concursos Públicos e Vestibulares e nossa equipe  atua há mais de 30 anos no mercado de seleção de massa.

O currículo de nossos profissionais está alicerçado pelo sucesso obtido na seleção de um contingente que soma mais de 1.000.000 (um milhão) de candidatos em todo o país.

G1 Educação

16 de Julho de 2018
O enigma dos livros venenosos encontrados em uma biblioteca da Dinamarca

Obras dos séculos 16 e 17 tinham em sua capa pigmentos de arsênico, uma das substâncias mais tóxicas que existem; pesquisadores explicam por que esse veneno pode estar presente em museus e coleções antigas. Pesquisadores encontraram três livros cobertos de veneno na biblioteca da Universidade do Sul da Dinamarca Kaare Lund Rasmussen/SDU Quando pesquisadores dinamarqueses encontraram três livros cobertos de veneno na biblioteca da Universidade do Sul da Dinamarca (SDU), evocaram diversas teorias conspiratórias: seriam as obras parte de um plano assassino, assim como o livro envenenado por um monge do romance "O nome da rosa" (de Umberto Eco, 1980) que acabou matando todos os seus leitores? Os livros dinamarqueses em questão são duas obras de história e uma biografia de personagens religiosos, os três datados entre os séculos 16 e 17. E os pesquisadores se surpreenderam ao descobrir que as capas dos três livros continham o mesmo elemento químico: arsênico, uma das substâncias mais tóxicas que existem e cujo envenenamento pode causar - dependendo da quantidade e da duração da exposição - desde irritação estomacal e intestinal, náusea, diarreia, lesões de pele e problemas pulmonares até câncer e morte. E seu poder de envenenamento não diminui com o passar dos anos. Mas, ao analisar os livros dinamarqueses, os pesquisadores concluíram que sua toxicidade provavelmente se deve a algo mais prosaico do que um complô mortífero. Para Jakob Holck e Kaare Lund Rasmussen, respectivamente bibliotecário e professor de Física, Química e Farmácia na SDU, que descobriram e estudaram os livros, é provável que em algum momento dos séculos 16 e 17 alguém tenha pintado as capas dos livros com um pigmento verde que continha arsênico, cuja toxicidade só foi descoberta na segunda metade do século 19. Descoberta por acaso Holck explica à BBC News Mundo que descobriu por acaso que os livros eram venenosos, enquanto estudava os textos, suas folhas e sua encadernação. A encadernação, em particular, era feita de pedaços de manuscritos medievais adaptados para servirem como capa do livro. "O mais provável é que (esses manuscritos) fossem documentos da Igreja Católica. Continham, entre outras coisas, (textos sobre) a lei canônica e a lei romana", diz Holck. Mas os especialistas vinham tendo dificuldade em analisar os textos porque eles estavam recobertos de uma pintura verde. Depois de um teste de laboratório, acabaram descobrindo que esse pigmento verde era feito de arsênico. "Por sorte, nós havíamos manuseado os livros com muito cuidado antes mesmo de saber sobre o arsênico", conta Holck. Acredita-se que ninguém mais tenha tocado nessas capas nos últimos anos, uma vez que elas estavam armazenadas e não haviam sido catalogadas eletronicamente. O poder de envenenamento dos livros não diminui com o passar dos anos Jakob Holck/SDU Verde Paris Em artigo escrito para a revista acadêmica The Conversation, no qual revelaram sua descoberta, Holck e Rasmussen apontaram que o pigmento verde venenoso usado nas capas era provavelmente "verde Paris" - um pó cristalino cor de esmeralda que era amplamente usado no passado, por ser durável e facilmente fabricado. Na Europa, no começo do século 19, esse "verde Paris" chegou a ser produzido em escala industrial, vendido por exemplo como tinta para pinturas impressionistas e pós-impressionistas. Isso significa, portanto, que muitas peças hoje abrigadas em museus ou livros de coleções antigas contêm pigmentos de arsênico e outros elementos químicos, algo "desafiador" para seu estudo e armazenamento, agrega Holck. Embora o pigmento venenoso fosse comumente aplicado para fins estéticos, inclusive para decorar capas de livros, os pesquisadores da SDU acreditam que as três obras recém-descobertas na Dinamarca tenham sido pintadas por outro motivo. Como o pigmento verde estava em apenas parte das capas, os pesquisadores acham que o objetivo original dos encadernadores era protegê-las de insetos e vermes. Protegidos Atualmente, as três obras estão catalogadas na coleção da biblioteca da SDU e não representam perigo de envenenamento. "Os livros agora estão guardados em um armário ventilado e só podem ser tocados com luvas especiais", diz Holck. A ventilação especial se deve ao fato de o arsênico ser perigoso não apenas ao ser tocado, mas também inalado: sob determinadas condições, ele pode se transformar em um gás altamente tóxico, com um cheiro que lembra o do alho. Isso pode explicar, segundo Holck e Rasmussen, as terríveis e misteriosas histórias de mortes de crianças dentro de quartos com papéis de parede verde na Era Vitoriana, ainda no século 19. E o que fazer, então, com todas as demais obras acadêmicas e artísticas que podem conter arsênico ao redor do mundo? Ninguém sabe ao certo. "Que eu saiba, não há estatísticas a respeito", diz Holck.
16 de Julho de 2018
Enem e Copa: estudantes contam como equilibraram os estudos e o lazer neste período

Os jogos da seleção brasileira foram citados como um dos motivos para a procrastinação no 1º semestre. Estudantes contam como equilibraram os estudos no mês da Copa do Mundo Em época de férias é comum diminuir o ritmo dos estudos, principalmente se, no mesmo mês, ainda tiver Copa do Mundo. Em alguns momentos do mundial, foi possível reunir os dois objetivos: sabia que tem conceito de física no gol do Brasil no mundial da Rússia que pode cair no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018? Mas nem sempre foi assim. O G1 conversou com um grupo de estudantes do Cursinho da Poli que contou como foi mesclar os estudos com o jogos da Copa. (veja no vídeo acima) Para os vestibulandos, é importante ter um equilíbrio entre estudos e lazer. “Acho que tem que ter alguma distração. Porque você só ficar estudando, você fica louco e uma hora não vai”, conta Pedro, que quer fazer agronomia. "Quando assistia aos jogos com os amigos, perdia o dia todo de estudo. Quando assistia em casa, se o jogo era de manhã, conseguia estudar à tarde, se o jogo era à tarde, estudava de manhã. (...) Não adianta você estar assistindo ao jogo com a cabeça em outro lugar, ou você se concentra e estuda, ou você assiste ao jogo”, conclui Pedro. O estudante Eliezer de Paula Pereira Filho, de 18 anos, irá prestar o Enem pela primeira vez e até tentou estudar em casa, mas, por morar em condomínio, teve mais dificuldades de concentração por causa do barulho dos vizinhos. "Todo mundo comemora, faz barulho, e você acaba não conseguindo estudar direito. Então, nos jogos do Brasil, principalmente, eu não fazia nada, eu aproveitava", conta Eliezer. Nadia Mara e Pedro contam que é importante ter um cronograma de estudos para não sair do foco Marcelo Brandt/G1 A estudante Nádia Mara conta que assistir à Copa é um tempo perdido, mas que não resistiu a acompanhar a seleção brasileira. Ela até ficou aliviada com a eliminação precoce do Brasil. “Para mim foi até legal o Brasil ter perdido, eu estava perdendo tempo assistindo ao jogo. Estava feliz por ver a partida, mas ficava com aquele peso na consciência, porque eu poderia estar estudando. São 90 minutos, a quantas aulas eu poderia estar assistindo nesse tempo?”, questiona Nádia. Neste segundo semestre, os estudantes, além de voltarem com o foco total para o Enem, também cuidam da parte emocional para uma melhor concentração durante a prova. “Comecei a fazer psicanálise e está me ajudando em várias outras coisas que eu nem imaginava que precisava de ajuda. Então, esse ano, pela primeira vez, eu estou pensando que realmente é só uma prova”, conta Henrique Dias, que irá tentar vaga em medicina. Eliezer e Henrique Dias contam que ter uma boa saúde mental é fundamental para ir bem na prova (da esq. para dir.) Marcelo Brandt/G1 “Eu também estou passando no psicólogo porque tenho muita ansiedade. Antes da prova, a ansiedade bate forte e me dá até tremedeira. Para você ter noção, eu chego de 2 a 3 horas antes ao local da prova, para ter certeza que não vou me atrasar”, complementa Nadia Mara. Calendário Enem 2018 Primeira prova: 4 de novembro - 45 questões de linguagens, 45 de ciências humanas e redação. Duração: 5h30 Segunda prova: 11 de novembro - 45 questões de ciências da natureza e 45 de matemática. Duração: 5h (30 minutos a mais do que em 2017) Abertura dos portões: 12h Fechamento dos portões: 13h Início das provas: 13h30 Encerramento das provas: 19h (primeiro dia) e 18h30 (segundo dia)
16 de Julho de 2018
Prouni 2018: resultado da 2ª chamada está disponível

Selecionados devem comprovar as informações das inscrições entre esta segunda até o dia 23 de julho. Prouni: resultado da 2ª chamada já pode ser consultado Reprodução A lista de aprovados na segunda chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni) do segundo semestre de 2018 foi divulgada na manhã desta segunda-feira (16), no site do programa. É possível ter acesso aos resultados de dois modos: digitando o número de inscrição e senha no Enem 2017, ou filtrando pela instituição, campus e curso. Os selecionados devem comprovar as informações das inscrições entre esta segunda até o dia 23 de julho. A partir do dia 30 de julho, os estudantes podem aderir à lista de espera do programa. Neste semestre são oferecidas 174.289 bolsas de estudo totais e parciais em 1.460 instituições de ensino superior. O Ministério da Educação não informou quantas delas foram preenchidas. Para ter direito a uma bolsa integral, o candidato deve comprovar uma renda familiar per capita de até um salário mínimo e meio. As bolsas parciais de 50% são destinadas aos alunos que têm uma renda familiar per capita de até três salários mínimos. Segundo o MEC, quem conseguir uma bolsa parcial e não tiver condições financeiras de arcar com a outra metade do valor da mensalidade pode utilizar o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Cronograma do Prouni 2018 Comprovação de informações dos alunos da segunda chamada: 16 a 23 de julho Prazo para participar da lista de espera: 30 e 31 de julho Divulgação da lista de espera: 2 de agosto